Praia de Taipu de Fora: guia completo das piscinas naturais

Se existe um motivo para atravessar a Península de Maraú, são as piscinas naturais de Taipu de Fora: piscinas de água cristalina que surgem entre os recifes de coral quando a maré baixa, a poucos metros da areia. Não precisa de barco nem de passeio agendado. Basta caminhar, colocar a máscara e mergulhar num aquário a céu aberto, cheio de peixes coloridos.
Neste guia, reunimos o que você precisa saber para aproveitar ao máximo um dos cartões-postais mais bonitos da Bahia.
Como funcionam as piscinas naturais de Taipu de Fora
A praia de Taipu de Fora é protegida por uma extensa barreira de recifes. Na maré cheia, o mar cobre tudo e a paisagem parece a de uma praia tranquila qualquer. Quando a maré recua, os corais aparecem e formam piscinas rasas, de água morna e transparente, onde vivem peixes, pequenos polvos, estrelas-do-mar e uma infinidade de vida marinha.
O segredo está na tábua de marés. Abaixo de 0.8 ja se pode aproveitar. Os dias próximos à lua cheia e à lua nova costumam trazer as marés mais secas do mês. Vale conferir a tábua antes da viagem e planejar os dias de praia em torno dela. Chegue um pouco antes do pico da maré baixa para aproveitar a janela inteira.
A água fica mais clara em dias de sol, com pouco vento e sem chuva recente. No verão e na primavera, as chances de encontrar esse cenário são maiores, mas as piscinas se formam o ano todo.
Dicas para aproveitar (e preservar) as piscinas
Algumas atitudes simples fazem toda a diferença na experiência e na conservação dos recifes:
- Leve máscara e snorkel. Dá para alugar na praia, mas ter o seu garante conforto e higiene.
- Use sapatilha aquática. O fundo tem pedras e corais, e ela protege seus pés.
- Não pise nos corais. Eles são seres vivos, crescem muito devagar e são a razão de as piscinas existirem. Procure as áreas de areia para ficar em pé.
- Prefira protetor solar biodegradável, ou use roupa com proteção UV. O protetor comum prejudica a vida marinha.
- Não alimente os peixes. Isso altera o comportamento e o equilíbrio do ecossistema.
- Leve água e chapéu. O sol na maré baixa é forte, e a sombra fica longe quando você está lá no meio dos recifes.
- Crianças sempre acompanhadas. As piscinas são rasas, mas algumas áreas ficam mais fundas e escorregadias.
Um detalhe que muita gente só descobre na viagem: como tudo depende da maré, o horário ideal muda a cada dia. Às vezes é às 8h, às vezes no meio da tarde. Por isso, ficar hospedado perto da praia faz diferença. Você não perde a melhor hora por causa de deslocamento e pode voltar para descansar entre uma maré e outra.
É exatamente essa a proposta da Casa Odara: estamos a 280 metros da areia de Taipu de Fora, com piscina própria para os dias de descanso, área gourmet com churrasqueira e três suítes para até 11 pessoas. Você acorda, confere a tábua de marés e desce a pé para as piscinas naturais. Na volta, a casa está pronta para o resto do dia.
Quer viver Taipu de Fora no ritmo da maré? Reserve a Casa Odara no Airbnb e siga @casaodarabahia no Instagram para dicas da região, fotos das piscinas naturais e as datas disponíveis.

